A SUPREMA EXCELÊNCIA DA CARIDADE

Pedi a DEUS e a todas as entidades de luz, que através de seu amor, humildade, paciência e tolerância, me auxiliassem nesta tarefa espiritual, acreditando ser de suma importância para todos a busca incessante da doutrina embasada sobre pilares da racionalidade e da fácil compreensão.

Aceitei o convite da Cúpula Espiritual da Casa Vereda da Luz, sabendo que não seria merecedor de nenhum privilégio por este, e sim, que estaria mais uma vez, recebendo da providência divina, do plano maior, a possibilidade de corrigir a minha conduta moral como encarnado e cristão, sabendo viver do que é necessário e pagando com fé, dedicação e muita disciplina o que de carma ainda resta sobre mim.

Logo a frente da Liturgia, passei a questionar todos os meus guias em busca de respostas sobre ensinamentos e codificações da nossa Umbanda. Claro que não as tenho por completo, até porque a nossa Umbanda ainda não foi codificada por completo. Acredito nas palavras de nossos amigos espirituais, quando nos elucidam que “a Umbanda é como os raios do sol, todo dia renasce sobre nós”. Mas o que me for mostrado e comprovado, começarei a trazer como forma de estudos e debates, para uma melhor definição dos nossos trabalhos.

Que este sirva de regozijo aos ensinamentos de Paulo de Tarso aos Coríntios, acerca da caridade, como foi elucidado:

“A caridade é sofredora, é benigna, a caridade não é invejosa, a caridade não trata com leviandade, não se aborrece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face: agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido”.

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três. Mas a maior destas é a CARIDADE”.

Que as bênçãos divinas, continuem transbordando nossos cálices.

Flávio Ferreira Costa
Direção Litúrgica

 

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