Tudo na Umbanda gira em torno da cabalística do sete. Deus fez o mundo em sete dias, temos sete dias na semana, sete cores do espectro solar, sete arcanjos, o sete vezes setenta e sete – referência do Mestre Jesus ao perdão, sete Linhas de atuação, sete ordens celestiais, sete ervas de cada Orixá, sete noites de cada fase da lua e assim vai.
Todos os banhos direcionados com sal grosso envolvem também o sete, sete pedras ou sete punhados. O sal é condensador de energia natural, além de ser um forte combustor, sendo utilizado desde os primórdios da humanidade como fonte de riqueza natural. Na Umbanda, ele se torna um excelente canalizador e descentralizador de energias, servindo tanto para magnetizar, como para desmanchar, assim, os Guias utilizam este fabuloso elemento para descarregar as energias negativas ao nosso redor, como também usam para intensificar o nosso magnetismo positivo.

Flávio Ferreira
Diretor de Liturgia

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